segunda-feira, 8 de julho de 2019

Biografias de reis no Reino do Norte

Graça, Paz e Alegria!

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O reino do Norte passou a se chamar ISRAEL (também conhecido como EFRAIM, já que esse era o nome da tribo principal desse reino, formado por 10 tribos) e sobrevive até aproximadamente 721 a. C., quando é tomado pelos assírios. Sua capital é Samaria.

Jeroboão não foi fiel a missão a ele designada por Deus, a exemplo de Saul, trazendo desgraça para o povo. Deus escolheu, mas a infidelidade fez com que a bênção dada fosse retirada.

Foi durante o seu reinado que foram estabelecidos dois santuários (um em Dã e outro em Betel  -  1 Reis 12.28-29), por ter medo de que o povo fosse até Jerusalém e se voltasse contra ele. Nesses santuários existiam bezerros de ouro e foram escolhidos para sacerdotes pessoas entre o povo e não dos filhos de Levi. Diante de tudo isso, o mesmo profeta que lhe declarou a vontade do Senhor para que ele tivesse o reino, foi novamente usado por Deus para condená-lo.

Durante o reinado de Jeroboão, aconteceram muitas guerras entre os reinos.  Com sua morte, seu filho o sucedeu, mas não reinou muito tempo. Baasa (da tribo de Issacar) o matou e se apoderou do trono, após aniquilar toda a família de Jeroboão. Este novo rei seguiu fazendo as mesmas coisas que Jeroboão e quando morreu, deixou o trono ao seu filho, Elá. Um de seus capitães, Zimri, também matou toda a família de Elá. Só que acabou morrendo sete dias depois que começara a reinar, num fogo que ele próprio ateou.

Seguimos na próxima semana, permitindo o Senhor!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Solte o seu peso

Graça, Paz e Alegria!

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Lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós - 1 Pedro 5.7

Um senhor que habitava em uma região montanhosa, e havia trabalhado toda a sua vida naquele lugar, agora completava seu septuagésimo quinto aniversário, e seus netos lhe deram um presente: Um passeio aéreo para que ele pudesse conhecer toda a beleza por onde viveu desde a sua infância.

No início ele estava um tanto apreensivo, mas acabou aceitando o desafio, e voou por horas conhecendo e fotografando as belas montanhas.

Ao final seus netos lhe perguntaram:

- Vovô, o senhor não ficou com medo de voar?

- Não, não tive medo nenhum. Eu não larguei todo o meu peso na poltrona do avião!

E não é isso que acontece conosco? Não confiamos completamente em Deus, não lançamos sobre Ele os nossos pesos para que Ele possa aliviar-nos.

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Comentário Devocional do Evangelho de Mateus (16.21-23)

Graça, Paz e Alegria!

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Mateus 16.21-23

21 Desde então, começou Jesus Cristo a mostrar aos seus discípulos que era necessário que ele fosse a Jerusalém, que padecesse muitas coisas dos anciãos, dos principais sacerdotes, e dos escribas, que fosse morto, e que ao terceiro dia ressuscitasse.
22 E Pedro, tomando-o à parte, começou a repreendê-lo, dizendo: Tenha Deus compaixão de ti, Senhor; isso de modo nenhum te acontecerá.
23 Ele, porém, voltando-se, disse a Pedro: Para trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo; porque não estás pensando nas coisas que são de Deus, mas sim nas que são dos homens.

Logo depois da revelação do Espírito Santo, Pedro volta a dar ouvidos ao engano. Jesus o repreende com veemência, mostrando que aquele pensamento não era da parte do Senhor!

Isso nos mostra a condição humana: num momento, pode estar ouvindo, declarando e até fazendo as coisas com a direção Espírito Santo e em outro, falando ou fazendo coisas carnais. Por essa razão é sempre complicado definir quem teve ou não a salvação! Só o Senhor sabe como a pessoa estava "no último momento". Essa variação pode nos trazer surpresas e eu prefiro deixar "com a Diretoria" o entendimento, pois esse é o certo. Eu posso ter a impressão, mas pode ser a errada diante de outros fatos!

Jesus deixa claro o que Ele deveria passar. E mesmo assim, os discípulos não entendem. Não foi apenas Pedro! Este último apenas verbalizou, mas nenhum dos outros entendeu nada antes da ressurreição e mesmo depois dela, só com a descida do Espírito Santo puderam vislumbrar completamente!

Precisamos entender a vontade do Senhor. Nem sempre é como preferimos, ou como parece melhor. Só que essa aparência não tem nada com o que o Senhor realmente quer fazer! José ia ser grande, seus irmãos se curvariam a ele e mesmo com tudo o que ele passou, parecendo distante aquela revelação, ainda assim tudo se confirmou! Não se assuste com os caminhos que o Senhor define. O resultado debaixo da vontade do Senhor é sempre o melhor!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

quarta-feira, 3 de julho de 2019

Resumo dos livros da Bíblia - Apresentação

Graça, Paz e Alegria!

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Vamos começar a partir da próxima semana uma série de mensagens com resumos dos livros da Bíblia.

A ideia neste momento é apresentar o ponto principal de cada livro e não resumir todas as histórias. Assim, não espere muitos detalhes, mas tentaremos apresentar o cerne da mensagem de cada livro. E acrescentaremos o comentário que já temos no Compartilhando Na Web sobre cada livro, com mais detalhes e um esboço. Assim, cada livro terá no mínimo duas mensagens dedicadas e no máximo... bom... quantas forem necessárias!

Depois, como fazemos com as mensagens de Biografias, quando a biografia de uma pessoa fica dividida em várias mensagens, iremos unir cada livro da Bíblia em um único texto e divulgar o conteúdo no nosso site!

Com isso, acreditamos ter um bom panorama Bíblico, um "ponto de partida" para muitos, a chance de aprofundar estudos para todos e o desejo de compartilhar mais a respeito da Palava do Senhor!

Seguiremos com essas mensagens, permitindo o Senhor, sempre na quarta-feira, até terminarmos esse resumo.

Que seja mais uma sequência de mensagens para edificar e instruir!

Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; a sua saída, como a alva, é certa; e ele a nós virá como a chuva, como a chuva serôdia que rega a terra - Oseias 6.3

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

terça-feira, 2 de julho de 2019

Comentário Devocional do Livro de Daniel (9.1-19)

Graça, Paz e Alegria!

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Daniel revela que discerniu o tempo do cativeiro com base no texto de Jeremias: 70 anos (Jeremias 25.11 e 29.10). E diante desse entendimento, se coloca na presença do Senhor, com humildade e fé, para buscar o cumprimento de tal profecia.

O profeta era alguém que buscava ao Senhor. Conhecemos sua história e o seu testemunho era claro entre os seus amigos e perseguidores. Todos sabiam que Daniel era servo do Altíssimo!

E mesmo assim, ele se apresenta diante do Senhor com pano de saco, cinza e jejum. Se inclui no meio do povo, afinal era parte mesmo do povo do Senhor, mas reconhece pecado, injustiça, tentativa de busca pessoal indo contra os desejos do Senhor...

Daniel não era assim! Outros no meio do povo podiam ter sido e quem sabe se mantinham assim mesmo no cativeiro! Mas Daniel...

Como intercessor, se coloca na brecha. Como parte do povo, se une aos demais. Como servo do Senhor, reconhece sua humanidade e incapacidade de conseguir algo por sua própria vontade. Como humano, se reconhece pecador.

Quem busca o Senhor não "bate no peito". Anuncia e denuncia o erro, mas busca o acerto na sua vida! Se reconhece pecador, mesmo que buscando ao Senhor. Não deixamos de ser pecadores mesmo que consigamos deixar de cometer pecado! Difícil, mas mesmo que aconteça, seguimos pecadores, pessoas que podem desagradar ao Senhor e que carecem de sua misericórdia a cada momento!

Daniel nos mostra o exemplo do verdadeiro intercessor!

Seguimos na próxima semana, permitindo o Senhor!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Biografias de reis no Reino do Norte - Datas

Graça, Paz e Alegria!

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Antes de falar a respeito do Reino do Norte, é importante pontuarmos algo a respeito das datas no Antigo Testamento:

Não temos como chegar a datas exatas, infelizmente. Sempre trabalhamos no estudo com datas aproximadas e, muitas vezes, por conta dos ajustes de calendários ao longo da história, as datas estimadas não batem se fizermos a conta "na ponta do lápis". Pensando nos calendários que influenciam essas contas, temos ao menos o Romano, o Juliano (com pequenos ajustes a partir do Romano) e o Gregoriano (o que seguimos hoje).

Assim sendo, o que o estudo convencionou definir como data para a divisão do Reino (aproximadamente 931 a. C.) e a queda de Samaria, capital do Reino do Norte, o primeiro que iremos comentar (aproximadamente 721 a. C.), pode não nos dar a conta exata se somarmos o tempo de reinado de cada rei como relatado na Bíblia! Eu fiz a conta! Achei uma diferença de 26 anos! E pela cronologia oficial, notei que alguns estudiosos não usam os tempos relatados na Bíblia para alguns reis, além de ter a conta do "ano inclusive", o que resolve essa diferença de anos, mas complica para somar o que é a parte do ano de cada um e gera conflito com a informação da Bíblia.

Então, há uma diferença! Mas não um erro, pois a diferença é explicada pela mudança nos calendários e pela forma como cada um faz as contas do tempo de cada rei, além, claro, da possibilidade de conflito entre os dados apresentados pela Bíblia e pelos estudiosos e nesse caso, eu fico com a Bília!

Eu gostaria de registrar essas datas aproximadas, mas como elas não vão bater, uma vez que não encontrei nenhuma cronologia que permita "fechar" entre 931 e 721 a. C. com o tempo relatado na Bíblia, vou manter apenas o registro da recomendação Bíblica a respeito do tempo de cada rei.

Na próxima semana, permitindo o Senhor, vamos começar a comentar mais a respeito do Reino do Norte!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

sexta-feira, 28 de junho de 2019

Próximo de quem?

Graça, Paz e Alegria!

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do site: vidanet.org.br

por: L. Roberto Silvado

Uma mulher começou a contar às suas amigas uma experiência que ela tinha tido onde suas aulas sobre primeiros socorros foram de tremenda utilidade:

- Ontem eu estava dirigindo pela Avenida 7 de Setembro quando ouvi um barulho horrível. Eu parei o meu carro e corri na direção do barulho para encontrar um carro abraçando uma árvore. Quando me aproximei mais eu pude ver o motorista todo dilacerado pedindo socorro. Foi horrível! Minhas pernas começaram a ficar moles e eu não sabia o que fazer. Mas então, de repente, eu me lembrei das minhas aulas de primeiros socorros. Imediatamente abaixei a minha cabeça, a coloquei entre os meus joelhos e logo comecei a me sentir bem melhor. Vocês acreditam que eu vi tudo aquilo e não desmaiei?

Certamente não é esta a conclusão que você esperava para esta história. Mas esta história reflete muito da natureza humana sem uma experiência real com Deus. Sabemos o que deve ser feito, até nos envolvemos a ponto de ficarmos próximos do nosso “próximo” que tem necessidades, porém continuamos centrados egoistamente nas nossas próprias necessidades. É o caso de ajudar alguém porque isto me faz bem! Então eu só ajudo se como consequência eu tiver uma experiência agradável. De que adianta eu dizer que sou um cristão, ir à igreja e não ter descoberto que “a religião pura e verdadeira é esta: ajudar os órfãos e as viúvas nas suas aflições”. Para que adiantam todas as minhas ideias de sociedade mais justa e mudanças radicais do sistema opressor e injusto se eu não sou justo e libertador do próximo “próximo” que aparecer na minha frente?

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

quinta-feira, 27 de junho de 2019

Comentário Devocional do Evangelho de Mateus (16.13-20) - 2

Graça, Paz e Alegria!

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Leia Mateus 16.13-20

Como o Espírito revelou, Simão Barjonas teve uma "epifania" - uma compreensão súbita de uma verdade. Normalmente, quando acontece uma experiência marcante, muitos personagens da Bíblia mudam de nome. De Simão Barjonas para Pedro.

Em seguida, Jesus fala que vai edificar a Sua igreja sobre esta pedra. Entendendo que Pedro é pedra, acredita-se que ele seja essa pedra, então!

Jesus é a pedra angular. Se fosse para edificar sobre Pedro, Jesus não diria "sobre esta pedra", mas diria "sobre você"!

A pedra que Jesus se refere é a Confissão de Pedro, o que ele falou, não Pedro! Está se referindo a Ele mesmo! O "dar as chaves" aqui é dar autoridade, algo que foi conferido a todos os discípulos em cada envio para tarefas específicas e de forma definitiva depois. O mesmo vale com referência a "ligar ou desligar na terra" e acontecer o mesmo no céu - fala de autoridade! Neste momento, como Pedro teve a revelação, já foi dito que ele teria isso. Mas não é somente ele que tem! Cada um de nós tem a mesma autoridade no Nome de Jesus!

Ainda não era momento de anunciar a todos. Quem entendesse diante dos sinais, entenderia. Mas Jesus orienta que não era ainda para falar. Chegaria o momento de fazer esse anúncio.

Precisamos entender o tempo do Senhor. Como revela Eclesiastes, há tempo para todas as coisas! E ainda é assim mesmo em nossos dias! Quando for tempo de calar, devemos sim nos calar.

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Unidade Pautada no Projeto de Deus (17)

Graça, Paz e Alegria!

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O princípio de união não pode ser o desejo humano mas deve, antes, ser o desejo de realizar a Vontade do Senhor. A unidade deve existir para o evangelismo do mundo que não conhece ao Senhor ou já O conhece mas não tem uma vida coerente com o estilo de vida proposto por esse Senhor.

Nós só somos cristãos/ãs autênticos/as quando vivemos de acordo com a Palavra do Senhor e seguindo aquilo que Ele nos ordena. Até mesmo para sermos amigos do Senhor temos que fazer o que Ele nos manda (João 15.13-14).

E quem não vive assim, deve ser impactado com nosso testemunho da Palavra. Não condenado ou afastado, mas convidado para a mudança. E se preferir seguir no caminho diferente, deixemos. Se for um pregador e disser coisas diferentes do que nos revela a Palavra, deve ser confrontado para mudar e não com vontade de condenar! Mas se não quiser mudar, deve seguir seu caminho, e nós tomamos cuidado, alertamos contra. E se um dia a mudança acontecer, aleluia! Nos unimos mais uma vez! A união deve acontecer com aqueles/as que buscam a verdade do Senhor para alcançar aqueles/as que não conhecem a realidade da mensagem. E o amor deve nortear os relacionamentos mesmo com quem prefere seguir um caminho diferente.

Sejamos um, mas para o mundo crer no Senhor, tê-lO realmente em sua vida, não por interesses fajutos e contrários a vontade do Senhor. Não podemos ser um apenas por ser. Se o teu coração é igual o meu, dá-me a mão. Mas seu coração só será igual o meu se Jesus for Senhor na sua vida, se a Palavra do Senhor for algo vivido e não apenas conhecido em sua vida, e por fim, se você aceitar ser mudado em seus desejos para viver de acordo com a Palavra.

O Espírito Santo tem que controlar o teu viver, te convencendo do pecado, da justiça e do juízo (João 16.8). Se isso acontecer, a Palavra será vivida e não só falada e o que estiver errado será corrigido com a intercessão do Senhor, agindo pelo Espírito Santo (João 16.13). Para que o mundo creia e não para o nosso bem estar!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

terça-feira, 25 de junho de 2019

Comentário Devocional do Livro de Daniel (8.1-27) - 2

Graça, Paz e Alegria!

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A interpretação dada para essa visão deixa claro cada "personagem", sem margem para interpretações! Diferente da anterior, nomeia claramente cada "chifre" de cada animal, deixado apenas o último chifre como "para muitos dias".

O carneiro com dois chifres se refere aos Medos e aos Persas. O segundo chifre é maior, o que revela mais poder desse segundo. O bode com um chifre que nem pisa no chão é primeiro rei da Grécia. Na verdade, o chifre é o rei, e parece referência mesmo a Alexandre, pois rapidamente (como se nem tocasse o chão) dominou e logo morreu, tendo seu reino dividido entre seus generais, poderosos, mas não como Alexandre!

O fim desse reino, depois de muitas transgressões, o que parece nos remeter a um tempo maior que apenas o fim desse reinado (inclui "depois de muitas transgressões, parecendo apontar para mais tempo), aí um rei vai se levantar. Não tenho a impressão de falar de alguém logo depois, afinal a visão é revelada como "para muitos dias" e toda a história até depois de Alexandre aconteceu em uns duzentos anos desde essa visão! Mas o texto não deixa claro se seria algo logo em seguida, apenas que seria depois.

A mim parece ser a representação do Anti-Cristo mais uma vez, pois fala de algo para muitos dias depois e no tempo do fim, da ira, da derrota desse que engana muitos e persegue os santos do Senhor. Mas o texto não deixa isso claro, como deixa a respeito dos outros reinos revelados.

O fato importante é, mais uma vez, que essa visão é verdadeira e seu cumprimento é um fato! Aguardemos buscando ao Senhor e mesmo que sejamos perseguidos e soframos, a vitória é nossa em Nome do Senhor!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Biografias: TRANSIÇÃO (4)

Graça, Paz e Alegria!

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Foi Jeroboão quem liderou a revolta. Depois da profecia dita por Aías sobre a divisão e ascensão de Jeroboão (1 Reis 11.29-39), ele assumiu o trono do reino do Norte, dizendo que isso era providência divina e não um acidente ou uma rebelião popular simplesmente.

Ele era efraimita e foi um dos oficiais de Salomão. Durante o reinado deste, Jeroboão já teve que fugir para o Egito, por receio de uma ordem do rei Salomão a respeito de sua morte. Depois da morte de Salomão, voltou e diante da resposta negativa de Roboão à proposta de diminuir o fardo, liderou a revolta que resultou na divisão do Reino.

A ideia de que era providência divina parecia favorecer Jeroboão, claro. Ele atendeu a um chamado divino e foi confirmado como rei por conta da vontade do Senhor. Muitos líderes políticos gostam dessa ideia, por gerar a possibilidade de pouca discussão a respeito de sua liderança. Mas mesmo os que realmente são agraciados por conta da vontade do Senhor podem perder essa autoridade por conta de ações contrárias ao desejo do Senhor.

Se agarrar na vontade do Senhor para assumir a liderança não pode ser um fim em si. O Senhor pode sim ter agido naquele momento com essa direção, mas tal autoridade pode passar da pessoa se ela não seguir a vontade do Senhor. Foi assim com Saul, a divisão do Reino mostra mais uma vez isso. Há muitos exemplos claros dessa situação!

A partir da próxima semana, permitindo o Senhor, falaremos dos Reis do Reino do Norte!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

sexta-feira, 21 de junho de 2019

AFLIÇÃO E AMPARO

Graça, Paz e Alegria!

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do livro: Coletânea de Ilustrações - Edições Vida Nova, de Natanael de Barros Almeida

Um pai perdeu sua filha única. Tinha apenas dezessete anos de idade; fora a luz e a alegria do lar. Pouco tempo antes, sua estremecida esposa partira para o descanso.

O ministro veio dizer-lhe palavras de conforto.

- Meu amigo - começou ele - o irmão acaba de passar através de uma nuvem escura, e amarga tem sido a sua taça...

O enlutado interrompeu-o:

- Pastor, é verdade que tenho sofrido bastante. Meu coração está moído de dor, mas não houve nuvem alguma; através de tudo, nada houve que se interpusesse entre mim e meu Salvador. Jamais sua mão confortadora foi tão terna como através do que me sobreveio estas semanas passadas. Sofrimento, sim, mas nenhuma nuvem!

Louvado seja Deus! Nossa leve e momentânea tribulação "pode produzir" um peso eterno de glória mui excelente. A aflição pode tanger-nos para mais perto de nosso Mestre. Pode ajudar a formação do caráter, fazendo-nos mais semelhantes ao nosso grande Exemplo. Nosso grande sofrimento é por um instante aqui. Os resultados podem ser uma gloriosa eternidade na pátria dos remidos.

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

quinta-feira, 20 de junho de 2019

Comentário Devocional do Evangelho de Mateus (16.13-20)

Graça, Paz e Alegria!

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Leia Mateus 16.13-20

Ao chegar nas regiões de Cesaréia de Felipe, Jesus interroga os discípulos, querendo saber o que as pessoas dizem a respeito dele. As respostas mostram que as pessoas viam Jesus como alguém realmente importante, pois é comparado com grandes personagens da história do ponto de vista religioso e de influência.

Mas Jesus quer saber o que os discípulos pensam. Pedro se adianta e diz: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo".

A resposta de Jesus pode ser a declaração mais mal interpretada na história do Cristianismo:

Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelou, mas meu Pai, que está nos céus. Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares, pois, na terra será ligado nos céus, e o que desligares na terra será desligado nos céus.

O trocadilho de Jesus leva muitos a um entendimento que, na minha visão, é totalmente equivocado!

Terminamos na próxima semana, permitindo o Senhor!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor